violência sexual


Estratégias nocivas para fugir ao sofrimento do abuso

A violência sexual pode deixar marcas dolorosas nas vítimas que são difíceis de ultrapassar. Por vezes, só são possíveis de resolver com apoio especializado. Ao longo da vida, estes homens procuram maneiras de minimizar o sofrimento e procuram o que quer que os ajude a esquecer o(s) abuso(s), mesmo que só por momentos. No entanto, sem as ferramentas para resolver o problema pela raiz, este processo pode revelar-se difícil, exaustivo e gerar um maior sofrimento.


Posso partilhar o que quiser em segurança?

Vários homens referem que receiam partilhar determinadas informações ou acontecimentos relativos à sua história de abuso. Na Quebrar o Silêncio garantimos um espaço isento de juízos de valor onde qualquer partilha é bem recebida.


Intimidade e relações amorosas nos homens sobreviventes de violência sexual

Para os homens sobreviventes de violência sexual a manutenção de relações pode ser difícil e complicada, e a tendência é para agravar-se com o aumento da proximidade da outra pessoa.


Sobreviver ao Natal

O aproximar da época festiva pode ser uma altura particularmente difícil para alguns sobreviventes, nomeadamente quando pode implicar ter que conviver com o abusador/a ou com familiares e amigos que têm conhecimento do abuso.


Masculinidades: ser homem e vítima de violência sexual

Ser vítima de violência sexual é viver um evento potencialmente traumático, emocionalmente marcante e quando falamos de abuso sexual contra homens e rapazes, esta narrativa assume contornos ainda mais específicos, pois obriga a uma conciliação, quase sempre difícil, do papel de vítima com o papel socialmente atribuído ao homem – força inabalável, emocionalmente distante, que não fala dos seus sentimentos e que resolve os seus problemas sozinho.


“Devo partilhar a minha história de abuso?”

Alguns homens sentem que é sua obrigação partilhar a sua história de abuso, outros encaram-no como um momento empoderador, enquanto outros vêm a partilha com medo e como algo que não integra o seu percurso de recuperação. 
A verdade é que esta é uma decisão individual e a partilha da sua história é sempre uma decisão do sobrevivente. É ele que decide a quem conta, o que conta e como conta, garantindo assim que mantém o controlo sobre a sua narrativa.