violência sexual infantil


Consentimento ou sobrevivência?

Pode ser difícil compreender porque é que uma vítima de violência sexual pode paralisar numa situação de abuso em vez de lutar para se proteger ou tentar fugir. Esta incompreensão pode levar a um julgamento, errado, de que houve consentimento. No entanto, reação de paralisação é bastante comum em episódios de violência sexual. É importante reconhecer que, perante uma situação percecionada como perigosa, o cérebro funciona automaticamente no sentido de nos proteger e este mecanismo não pode ser usado para desresponsabilizar o abusador e culpabilizar a vítima.


“Por que é que eu não disse que não?”

É comum que um homem que foi vítima de violência sexual se questione se consentiu o abuso. É natural que se reflita sobre o porquê de não ter dito que não, de não ter conseguido impedir o abuso ou mesmo de não ter conseguido fugir.


Relaxamento e gestão de ansiedade

o que se pode tornar difícil de gerir. Na tentativa de reduzir este mal-estar é comum os homens utilizarem estratégias desadequadas, que podem inclusive agravar a situação, pelo que é importante saber que técnicas funcionais pode adotar.


Masculinidades: ser homem e vítima de violência sexual

Ser vítima de violência sexual é viver um evento potencialmente traumático, emocionalmente marcante e quando falamos de abuso sexual contra homens e rapazes, esta narrativa assume contornos ainda mais específicos, pois obriga a uma conciliação, quase sempre difícil, do papel de vítima com o papel socialmente atribuído ao homem – força inabalável, emocionalmente distante, que não fala dos seus sentimentos e que resolve os seus problemas sozinho.


Valerá a pena remexer no passado?

“A decisão de contactar a Quebrar o Silêncio foi definitivamente uma das mais importantes da minha vida. Desde então, passei a olhar de uma forma mais positiva para mim e para a minha vida em particular, bem como para o mundo exterior em geral.“